O cibercriminoso brasileiro já tem o seu perfil traçado segundo as autoridades. Ele é do sexo masculino, se veste bem, têm entre 24 e 33 anos e possui um QI acima da média.
Como foi comentado no post anterior sobre a nova lei das Lan-houses as autoridades falam que a falta de uma legislação própria para crimes cibernéticos é o principal entrave para o combate ao cibercriminoso. O Brasil é um dos poucos países que não endossa a Convenção de Budapeste que combate diretamente os crimes cibernéticos.
A novidade neste mundo virtual é que os crimes estão cada vez mais organizados o que sugere verdadeiras formações de quadrilhas deixando de lado a velha máxima que hackers do ”mal” trabalham sozinhos e isolados do mundo.
Diante de crimes tão bem organizados e elaborados, e feitos por pessoas de alto QI não vai ser uma lei para as Lan houses que diminuirá o crime virtual. É preciso uma legislação específica e uma polícia especialmente preparada para esses crimes cibernéticos.
Até março deste ano cerca de 200 mil crimes cibernéticos ocorreram no país, o mesmo número de crimes de 2008 uma prova que os crimes estão crescendo de forma demasiada. Enquanto isso uma lei contra crimes de informática está em tramitação no Congresso Nacional, mas ainda não há previsão para que seja aprovado e entre em vigor, simplesmente um descaso total.


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