Postado por Talita em 13/01/2012

Estatuto da mobilidade sustentável
Cidades espalhadas, entulhadas de automóveis…
Cidades espalhadas, entulhadas de automóveis tornando nossas vidas mais caras, com elevado tempo de viagem no transporte público ou pessoas presas nos congestionamentos dos automóveis, sem contar os acidentes e a poluição urbana. Esse é o cenário na maioria das nossas cidades grandes e médias e, principalmente, nas regiões metropolitanas.
Para enfrentar o atual quadro, foi sancionada no dia 3 pela presidente Dilma Rousseff a nova Lei da Política Nacional de Mobilidade Urbana, pois ela inverte uma lógica não escrita, mas praticada de que o uso de carro particular orienta políticas públicas em transportes.
As novas regras priorizam os transportes público e coletivo sobre o individual, mas não entrarão em vigor até a Copa do Mundo de 2014, porque os municípios têm prazo até 2015 para se adequar à nova lei.
A lei número 12.587, agora sancionada, exige que os municípios com população acima de 20 mil habitantes elaborem planos de mobilidade urbana, a serem revistos a cada dez anos.
As cidades que não cumprirem essa determinação serão penalizadas com a suspensão dos repasses federais destinados às políticas de mobilidade urbana.
INOVAÇÕES
A nova lei que entra em vigor a partir de abril irá desestimular o uso de carros e tornará possível a captação de recursos a serem investidos prioritariamente em ônibus, metrô e trem. Ademais, os Estados e municípios poderão taxar a circulação de veículos em determinadas áreas, como fazem cidades como Londres e Estocolmo, por exemplo. Pela mesma razão – e também por motivos ambientais -, os Estados e as prefeituras estão autorizados a implementar rodízio de carros, como já ocorre na cidade de São Paulo.
O preço das passagens de transporte público, especialmente de ônibus, deverá sofrer impacto positivo com a nova lei, favorecendo os cidadãos. A empresa que opera as linhas municipais deverá ser escolhida pela prefeitura por licitação. Vencerá a concorrência que oferecer o menor preço. O estatuto também é de extrema importância para a bicicleta, pois a lei determina o uso desses recursos (tarifas por utilização da infraestrutura viária) para os transportes coletivos e não motorizados (bicicletas e pedestres).
OMISSÕES E VETOS
A lei também deveria prever fontes de financiamento estáveis e permanentes para investimento em transporte público. E, graças a uma decisão da presidente e, a pedido da equipe econômica do governo, a lei publicada erra ao não atacar o que seria uma distorção do sistema de transporte coletivo atualmente: quem usa e paga subsidia quem usa e não paga.
Embora o texto final da lei não tenha previsto a vinculação orçamentária para a mobilidade urbana, e também tenham sido vetados todos os dispositivos que faziam alguma referência a financiamento, a lei é um passo para frente, pois fornece embasamento legal para a criação de outras medidas e possibilita a resolução de antigas exigências dos ciclistas e de outros setores.
Os vetos mantiveram os usuários pagando as passagens dos correios e fiscais de Imposto de Renda e mantiveram a possibilidade de novas gratuidades serem pagas na tarifa, logo, pagas pelos usuários.
Mas no geral é uma grande vitória por tratar da mobilidade sustentável e não só dos transportes públicos, o que nos permitiu ter instrumento de luta contra a política de estado de universalizar o uso e a propriedade dos automóveis com recursos públicos.
Parabéns a todos nós por mais essa vitória! Vamos agora discutir as ações governamentais a partir desse novo quadro conjuntural na luta pelo direito ao transporte público de qualidade.
Fontes: http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=12792&Itemid=6
http://www.dgabc.com.br/Columnists/Posts/36/6588/estatuto-da-mobilidade-sustentavel.aspx
Postado por Amanda Britto em 02/08/2011
A Sony criou uma série limitada do videogame PlayStation 3 em homenagem à Copa do Mundo de 2014, que acontecerá no Brasil. Foram fabricados apenas 5 videogames, que receberam pintura à mão com o logotipo da Copa e a ba ndeira do Brasil A empresa já escolheu o destino que dará a três das cinco peças. Elas serão doadas para a Escola Zico 10, para a Fundação Cafu, e para a instituição internacional Save The Children. A entrega dos aparelhos aconteceu neste último sábado, dia 30, em evento no Rio de Janeiro.
Postado por Amanda Britto em 02/08/2011
Em 2010, a Chinese Academy of Sciences (Academia Chinesa de Ciências em uma tradução livre) anunciou a transmissão do sinal de internet através de lâmpadas de LED azuis. Tais lâmpadas, que piscam mais rapidamente do que o olho humano pode notar, conseguiram alcançar velocidades de transmissão de 2 Mbps. Agora é a vez dos alemães do Instituto para Telecomunicações de Fraunhofer inovarem. Usando uma combinação de LEDs vermelho, azul, verde e branco, os pesquisadores afirmam terem alcançado uma velocidade de 800 Mbps de transmissão.
Os pontos de iluminação conseguem transmitir o sinal em uma área de até 9 m², sendo que o aparelho receptor necessita apenas estar ligado a um fotodiodo. Contudo, como a transmissão é feita diretamente, ela é facilmente interceptável. Para isso, basta apenas uma barreira entre o receptor e a lâmpada (a mão de alguém sobre o diodo, por exemplo) para que ela seja perdida.
Devido a essa exigência de ligação direta entre a fonte e o aparelho, os pesquisadores afirmam que tal tecnologia não veio para substituir o 3G e o Wi-Fi, que são baseadas em sinais de rádio. O uso ideal é como um complemento dessas tecnologias, principalmente em hospitais e outros locais onde os sinais de rádio podem impactar negativamente nos aparelhos presentes.
Postado por Amanda Britto em 26/07/2011
Topicos: TI Tags: bytes, dados
A quantidade de dados produzida e replicada dobra a cada dois anos em todo o mundo, o que traz novos desafios para os gestores de TI, aponta um estudo recente. Até o fim de 2011, a previsão é que 1,8 zetabyte (ou 1,8 trilhão de gigabytes) de dados tenha sido criado e replicado, segundo a quinta edição do estudo IDC Digital Universe, patrocinado pela fabricante de equipamentos de armazenamento de dados EMC.
Nesse ritmo, segundo o relatório, a “explosão de dados” – que é como o estudo se refere a essa rápida expansão – vai ultrapassar de longe a Lei de Moore. Formulada pelo cofundador da Intel Gordon Moore, ela estabelece que o número de transistores em um chip dobra a cada dois anos, resultando em chips menores.
O estudo afirma que 1,8 zetabyte equivale a 57,5 bilhões de tablets iPad de 32 GB – uma quantidade de aparelhos suficiente para reconstruir a Grande Muralha da China com o dobro da altura da original.
Essa explosão de dados tem custado às empresas até 4 trilhões de dólares desde 2005, segundo o estudo – intitulado, este ano, de “Extracting Value from Chaos” (“Extraindo valor do caos”, em tradução livre). Esses investimentos foram aplicados em serviços de nuvem, hardware, software e profissionais.
O crescimento “colossal” em geração de dados, afirma o relatório, tem apresentado uma desafio para os departamentos de TI que, ao longo desta década, serão responsáveis por pelo menos 10 vezes o número de servidores virtuais e físicos e 50 vezes a quantidade de informação gerenciada.
O IDC afirma que “o ferramental, a experiência e os recursos para gerenciar o dilúvio de dados simplesmente não acompanham todas as áreas de crescimento”. Em 2020, os departamentos de TI terão de lidar com 150% mais profissionais de TI para serem capazes de gerenciar a explosão de dados.
“O volume caótico de informação que continua a crescer de forma implacável apresenta uma quantidade infinita de potenciais transformações sociais, tecnológicas, científicas e econômicas, todas capazes de impulsionar oportunidades”, avalia Jeremy Burton, principal executivo de marketing da EMC.
Uma dessas áreas de oportunidade é a computação em nuvem. A IDC estima que, em 2015, aproximadamente 20% da informação será, de alguma forma, “tocada” pela cloud computing., ou que alguma parte da informação seja, de alguma forma, armazenada e processada em um ambiente de nuvem. Até 10% da informação será mantida na nuvem.
O relatório afirma que a computação em nuvem – seja pública, privada ou híbrida – possa dar às empresas a economia de escala, agilidade e flexibilidade para gerenciar o crescimento de dados. “No longo prazo, esta será uma ferramenta chave para lidar com a complexidade do universo digital”, conclui o relatório.
Postado por Amanda Britto em 26/07/2011
A Intel divulgou ao mercado e à imprensa um comunicado afirmando que um apagão de dados ronda o Brasil, caso a Anatel não libere novas frequências para exploração da banda larga no país. O comunicado, assinado pelo diretor de assuntos corporativos da companhia, Emílio Loures, é uma reação da companhia à possibilidade de novo adiamento no leilão de frequências de 3,6 GHz, conhecida como Banda C estendida.
A oferta das faixas se arrasta há mais de seis anos na agência reguladora e, recentemente, ganhou a oposição de redes de TV como Globo e Record, que alegam prejuízos à transmissão de sua programação via satélite, caso a faixa de 3,6 GHz seja realmente leiloada para banda larga.
Na carta, a Intel critica duramente a transmissão de sinal de TV por satélite (e sua captação por antenas parabólicas), classificando a tecnologia como um “atraso”. O argumento implícito da Intel é que as redes de TV deveriam investir mais para melhorar sua difusão dentro do espectro terrestre, sem precisar recorrer à transmissão via parabólica, que é paga pelos consumidores. O cidadão deveria receber sinal de TV aberta com qualidade gratuitamente e não ter que pagar por serviços de parabólica, fator que, entre outras coisas, restringe as frequências disponíveis para banda larga.
Na carta, a Intel alerta para o esgotamento da capacidade de tráfego de dados no Brasil e cita números da própria Anatel e da Cisco para demonstrar que, sem novas frequências e investimentos, haverá colapso das redes de dados no Brasil. O tema é alvo de análise da agência reguladora, que não tem data para divulgar quando e se realizará novos leilões de frequência no Brasil.
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