Os criadores do navegador Firefox começaram a desenvolver um sistema operacional baseado na web para celulares, tablets e netbooks. O projeto da Mozilla irá concorrer com as plataformas Chrome OS e Android, do Google.
Em um fórum, o pesquisador Andreas Gal anunciou que a Mozilla propôs um projeto, chamado “Boot To Gecko”, que tem a meta de construir um sistema operacional completo e independente para a web aberta. “Isso vai exigir muito trabalho de várias áreas”, disse Gal no post.
Também chamado de “B2G”, o projeto ainda está muito no início, admitiu Gal. Com o “B2G”, os desenvolvedores da Mozilla visam ter aplicações em execução sem a necessidade de um browser, criando, efetivamente, um sistema operacional situado na web.
Conforme Gal, algumas partes do Android serão aproveitadas. Se o projeto der certo, ele poderá concorrer com o Android e o Chrome, do Google, o iOS, da Apple, e o Windows Phone, da Microsoft.
Mozilla vai desenvolver sistema para celular para concorrer com o Android
Novo Galaxy Tab foi feito para conter iPad
A Samsung lançou uma versão mais leve e fina do computador tablet Galaxy Tab, em um esforço para tentar conquistar parte do imenso mercado dominado pelo Apple iPad. O Galaxy Tab com tela 10,1 polegadas é uma versão melhorada do modelo com tela de 7 polegadas lançado em outubro. O aparelho funciona com a mais recente versão do Google Android e conta com um processador de núcleo duplo Tegra 2, da Nvidia. A tela do tablet é maior e maior nítida que a do iPad 2, e o peso do modelo é menor.Com preços a partir de 500 dólares nos Estados Unidos, comparáveis aos do iPad 2, o novo modelo da Samsung enfrenta forte concorrência de mais de 100 outros aparelhos lançados em resposta ao iPad, a maioria dos quais acionados pelo sistema operacional Android.
No entanto, até o momento Apple e Samsung vêm dominando o mercado de tablets, vistos inicialmente como brinquedo de acesso à Web, mas que capturaram a imaginação de empresas como hotéis de luxo, companhias áreas e serviços de planejamento de casamentos.
Produtos concorrentes como o PlayBook, da Research in Motion, e o Xoom, da Motorola, receberam críticas pouco entusiasmadas, enquanto o TouchPad, da Hewlett-Packard, está chegando tarde ao mercado, e o grupo de varejo online Amazon.com revelou apenas na semana passada seus planos de ingresso nesse mercado superlotado.
Recentemente, a Lenovo realizou o lançamento mundial de três tablets. A Dell optou por lançar seu novo tablet Android com tela de 10 polegadas na China, dentro de algumas semanas, preterindo um lançamento na Europa e EUA porque a China está emergindo como linha de frente na batalha pelo segmento.
As vendas de iPads no segundo trimestre bateram recorde e superaram de longe as expectativas do mercado, o que destaca o desafio que a companhia sul-coreana precisa enfrentar.
A Apple vendeu 14 milhões de iPads no primeiro semestre, ante estimativas de analistas de um total de 7,5 milhões de Galaxy Tabs para todo o ano de 2011.
Na Coreia do Sul, o modelo de 16 gigabytes do novo Galaxy Tab será vendido por 671 mil wons (633 dólares), ligeiramente mais caro que o modelo comparável do iPad, que é comercializado por cerca de 640 mil wons.
Novo GPS da TomTom avisa ao motorista sobre acidentes no caminho
A TomTom apresentou a linha de GPS Via, composta por três modelos: 1400T, com tela de 4.3 polegadas, o 1500 e o 1530, ambos com cinco polegadas. Algumas inovações foram inseridas nos modelos. O principal diferencial, aponta Elias Kabeche, diretor regional da TomTom para a América Latina, está na tecnologia IQ Routes . “Ela avalia as rotas com base na velocidade do trânsito, em vez de identificar os limites de velocidade das ruas, e sugere a rota mais rápida”, explica.
De acordo com o executivo, inicialmente essa funcionalidade estará disponível para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Ele, no entanto, afirma que a companhia está trabalhando para inserir outras localidades. “O motorista é a nossa prioridade, por isso, apresentamos os melhores mapas, rotas, conteúdo e segurança”, aponta.
Outra inovação é a Lifetime Traffic Updates. Disponível no modelo 1400T, em caso de acidentes ou outros problemas identificados na rota, o GPS alerta o condutor, que pode imediatamente refazer o caminho.
Algumas das particularidades do Via 1530 é o recurso Bluetooth e o reconhecimento de voz. “Conectado a um telefone móvel, é possível efetuar e receber chamadas, acessar a lista de contatos sem precisar tocar no aparelho. Uma adição importante de segurança”, assinala.
Kabeche diz ainda que os dispositivos estão mais finos e o suporte, antes disponibilizado separadamente, foi integrado ao aparelho.
Os modelos ganharam interface mais amigável e os mapas estão mais precisos, segundo o executivo. Agora, o aparelho indica o nome da próxima rua que você deve virar. Antes, as instruções apenas falavam sobre a quantidade de metros que a próxima ação deveria ser realizada. “Muita gente já deve ter perdido a entrada. Mas agora o GPS dá instruções curva a curva”, garante.
O diretor regional da TomTom para a América Latina informa que os produtos estarão disponíveis no mercado a partir da próxima semana, com preços que variam entre 699 reais e 899 reais. O executivo lembra ainda que os modelos possuem 1,604 cidades navegáveis do País e, caso o usuário queira fazer a atualização dos mapas, deverá pagar uma taxa de 39 dólares a cada trimestre.
Para efetuar a atualização, prossegue, não é preciso instalar o software na máquina. “Agora fica na nuvem a partir do My TomTom, que funciona para a nova linha de produtos. O TomTom Home ainda vale, mas para os modelos anteriores”, finaliza.
Para cientistas, Google está mudando a maneira como pensamos
Será que o Google está mesmo mudando a maneira como pensamos? Ao menos uma pesquisadora pensa que sim: Betsy Sparrow, da Universidade de Columbia, afirma que ferramentas de pesquisa como o Google estão mudando os padrões de pensamentos das pessoas. Por exemplo, estamos lembrando menos por conta própria, mas sabemos onde ir e encontrar algo na Internet.
O debate sobre se a Internet está ou não nos tornando estúpidos tem acontecido praticamente desde o surgimento da própria web. Dependendo de como você interpreta as observações de Sparrow, pode dizer que sim, a Internet está nos deixando mais burros – ou que estamos apenas usando o Google e outras ferramentas como extensão de nossos cérebros.
Especialistas chamam isso de “memória transativa”. Basicamente, você lembra onde conseguir a informação – mas não da informação em si. Esse conceito não é nada novo: antes da era digital, nós usávamos “especialistas” não-digitais – amigos ou livros. A ferramenta de busca apenas deixou esse processo muito mais fácil (e rápido).
“Nossos cérebros confiam na Internet para a memória de maneira parecida com que confiam na memória de um amigo, familiar ou colega de trabalho”, explica a pesquisadora. “Nós lembramos menos sobre a informação em si do que onde podemos encontrá-la (a informação).”
Uma série de quatro experimentos diferentes foi realizada por Sparrow e seus colegas. Cada um deles testou como as pessoas lembraram de informações se elas estivessem armazenadas de modo acessível (digamos, a Internet), e em cada caso as pessoas lembravam menos se pensassem que as informações estavam armazenadas do que se acreditassem que não.
Resumindo de forma simples, se podemos achar uma determinada informação online, temos uma probabilidade menor de lembrar dela. No entanto, se a informação não puder ser acessada facilmente online (e soubermos disso), as chances de nos lembramos dela são maiores.
Mas esse fenômeno pode ser associado a um cérebro preguiçoso? A pesquisadora conclui que não estamos necessariamente ficando menos inteligentes como um resultado da Internet e das ferramentas de busca. Em vez disso, estamos ficando mais sofisticados em encontrar informações. Isso pode ser algo bom – podemos estar liberando energia e memória do cérebro para outras tarefas, o que tecnicamente poderia nos deixar ainda mais inteligentes.
Painel inteligente absorve som e emite luz ao ambiente
Graças a uma parceria entre a Dutch Royal Philips Electronics e a Kvadrat Soft Cells, está em desenvolvimento um novo painel capaz de absorver o som e ainda por cima emitir luz, podendo ser instalados ser instalados de diferentes maneiras para dar maior flexibilidade ao design do ambiente.
Enquanto a Kvadrat Soft Cells é especializada no desenvolvimento de painéis acústicos com controle de absorção sonora, a Dutch Royal Philips Electronics estaria participando do projeto com o fornecimento de LEDs coloridos para iluminação ambiente.
Agora, embora ainda não tenhamos qualquer previsão de lançamento destes painéis, ambas as empresas estão de olho no mercado de varejo e hospitalar.
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